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Ler na fonte: tvi24

Esta é a conclusão de um novo estudo publicado na revista científica Journal of the American Medical Association. As pessoas que concentram a atividade física no fim de semana – só num dia ou nos dois – têm um risco de morte prematura mais baixo, tal como as pessoas que fazem exercício três vezes por semana ou mais

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Praticar exercício físico só ao fim de semana pode ser tão eficaz para a saúde como quem faz exercício com maior regularidade. Esta é a conclusão de um novo estudo publicado na revista científica Journal of the American Medical Association.

Atualmente, os especialistas recomendam 150 minutos (cerca de duas horas e meia) de exercício físico moderado ou 75 minutos (uma hora e um quarto) de atividade física intensa por semana.

Porém, não há um consenso sobre a frequência com que se deve praticar exercício: se pelo menos três vezes por semana ou se, por exemplo, só num dia é o suficiente.

Ora, este novo estudo concluiu que nas pessoas que concentram a atividade física no fim de semana – só num dia ou nos dois – o risco de morte prematura diminui tal como nas pessoas que fazem exercício três vezes por semana ou mais.

A investigação envolveu perto de 64.000 pessoas, que foram divididas em quatro grupos: um de pessoas inativas, outro de pessoas que praticam atividade física mas de forma insuficiente, outro de pessoas que praticam atividade física só ao fim de semana e outro de pessoas que fazem exercício regularmente.

O estudo concluiu que as pessoas que só fazem exercício ao fim de semana têm um risco de morte prematura que é 30% mais baixo do que o risco das pessoas inativas. O risco de acidente cardiovascular é 40% mais baixo e o risco de cancro 18%.

Resultados que foram semelhantes no grupo das pessoas que praticam exercício mas de forma insuficiente (o risco de morte é 31% mais baixo) e no caso das que praticam exercício regularmente (o risco é 35% mais baixo).

“É muito encorajador saber que uma pessoa fisicamente ativa, mesmo que só num dia ou em dois dias da semana, tem um menor risco de morte”, vincou Emmanuel Stamatakis, da Universidade de Sidney, à AFP.

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Ler na Fonte: Blog Saúde

Nas listas de resoluções do começo do ano sempre tem alguém ansioso por adotar uma vida mais saudável. Mas toda mudança de hábito é um  desafio . Por isso, o Blog da Saúde preparou um plano de ação, com dez dicas,  baseadas nas diretrizes do Guia Alimentar Para a População Brasileira do Ministério da Saúde.

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Menos é Mais 

Faça a escolha certa na hora que estiver no mercado.  Se você levar um monte de alimentos industrializados, vão ser eles que estarão a sua disposição na hora que a fome apertar. Faça boas escolhas! Menos industrializados é sempre melhor. Planeje as compras, organize a despensa e defina, com antecedência, o cardápio da semana.
Ao invés de levar sucos industrializados de caixinha ou em pó, prefira as frutas in natura e faça você mesmo seu suco. Outra opção são as polpas de fruta sem açúcar que podem ser congeladas e utilizadas por mais tempo.

Biscoitos são muito consumidos nos lanches pela praticidade e facilidade. Tente evitar coloca-los no carrinho e opte por frutas frescas ou secas, castanhas ou nozes, iogurte natural ou alguma preparação culinária que você aprecie como uma tapioca com queijo.

E lembre-se: na hora de escolher leite ou iogurte, opte pelas opções sem gordura ou com menos gordura (desnatados ou semidesnatados) que são adequados e indicados para os adultos.

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O início do dia

O café da manhã é uma das refeições mais importantes do dia. No Brasil alguns itens aparecem entre os mais populares. São eles o café e variações (com leite, cappuccino) e o pão.  O café da manhã é uma ótima oportunidade para inserir uma fruta na alimentação. Você pode consumir a fruta in natura ou junto com leite ou iogurte ou até mesmo na forma de suco. Seguem algumas sugestões, segundo o Guia Alimenta para a População Brasileira.

 

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Sem açúcar na bebida

Há quem diga que o gosto do café puro é bem melhor, mas que leva um certo tempo para se acostumar. Se você ainda não consegue tirar o açúcar das refeições de casa de uma forma mais abrangente, comece pelo café e o chá. Tente experimentar os dois. Há chás caseiros muito fáceis de fazer como é o caso do chá de hortelã, abacaxi, laranja ou limão. Não gosta quente?! Experimente gelado no lanche da tarde ou antes de dormir. Anote uma receita:

Chá de abacaxi com hortelã

Ingredientes
casca de 1 abacaxi
1,5 litro de água
3 saquinhos de chá de hortelã
Mel a gosto para adoçar
Modo de Preparo
1.    Com uma escovinha para legumes, lave bem o abacaxi, com a casca, em água corrente. Corte e descarte a coroa e a base da fruta.
2. Numa tábua, descasque o abacaxi e reserve a polpa na geladeira para outra preparação. Corte a casca em pedaços grandes e transfira para uma panela média.
3. Cubra as cascas com a água e leve ao fogo alto. Assim que ferver, diminua o fogo para médio e deixe cozinhar por 40 minutos, com a tampa entreaberta.
4. Desligue o fogo e junte os saquinhos de hortelã. Tampe a panela e deixe em infusão por 5 minutos. Coe o chá e adoce com mel a gosto. Transfira para uma chaleira e sirva a seguir.

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Mais tempero no feijão

O feijão é um dos alimentos mais populares, juntamente com o parceiro inseparável: o arroz !. O Brasil tem uma variedade de feijões que traz sempre versatilidade para a refeição, sendo altamente consumido em todo o território. Confira na receita ilustrada como deixar o feijão mais saboroso, com menos óleo no preparo e menos sal.

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Outros temperos

O uso do óleo e do sal também pode ser reduzido no arroz ou em outros alimentos. Use os temperos da sua região. Na cozinha não podemos nos limitar ao alho e a cebola na hora de temperar nossas receitas, ainda mais porque o uso de temperos reduz a quantidade de sal que colocamos nas preparações. Temos que ousar e incrementar as receitas com as ervas e as especiarias.

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Outras sugestão de temperos para combinar em casa:

Açafrão da terra ou cúrcuma -  É uma planta da mesma família do gengibre. É utilizada em comidas principalmente na região de Goiás. Participa da composição de currys e do molho de mostarda.

Coentro (Coriandrum sativum) – Pode ser usado tanto a folha, que possui um sabor e cheiro mais acentuado, quanto a semente que possui um aroma mais delicado. Pode ser utilizado em preparações como peixes assados, frangos, churrascos e sopas.

Gengibre (Zimgiber officinalle) – É uma raiz, tem um sabor bem forte e pode ser utilizada em bebidas quentes (quentão), biscoitos, pães e carnes.

Orégano (Origanum vulgare) – É uma erva rasteira, com aroma bem forte. Pode ser usada para enfeitar, condimentar e aromatizar. Muito utilizada em molhos, bifes, pão, pizzas e também para temperar queijos.

Páprica – É um pó vermelho que é extraído do pimentão. Existem dois tipos: a apimentada e a doce, mais suave. Utilizada em ensopados, patês, saladas, carnes e aves.

Traga o lanche de Casa

Para não correr o risco de comer alimentos ultraprocessados , que são vendidos geralmente perto do trabalho ou da escola, leve sempre com você frutas frescas ou até mesmo secas quando sair de casa.  Se for uma banana, uvas ou maçã,  você pode enrolar a fruta no papel filme ou no alumínio para que ela não fique amassada demais ou abra antes da hora do lanche da tarde, por exemplo.

Se preferir frutas sem cascas, tente cortar a manga, o melão ou o mamão um dia antes e coloque numa vasilha na geladeira. Lembre-se que se você deixar para a última hora, pode não ter tempo suficiente para descascar o alimento. Se organize para não desistir de manter a resolução em prática e mesmo se não conseguir hoje, amanhã tente novamente. Como já mostramos no café da manhã, frutas podem vir juntas de outros alimentos.

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Ler na fonte: portaldoholanda

Resultado de imagem para 6 dicas para evitar intoxicação alimentar após a ceia de natal

 

 

 

 

 

 

As ceias de fim de ano não podem ser um momento de preocupação – principalmente com aquela famosa suspeita sobre a maionese –, mas não serão se forem seguidas orientações simples. Para não transformar um momento de celebração em sinônimo de contaminação bacteriana e intoxicação alimentar, há alguns principais erros que podem fazer toda a diferença e não garantir um jantar/almoço seguro.

A nutricionista Etelma Rosa, do Centro de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável (Cesans) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, listou as ações mais comuns que podem levar à contaminação dos alimentos – com desagradáveis consequências à saúde de sua família.

“Tem muita coisa que as pessoas fazem errada porque acham que não tem problema. Um clássico é deixar a ceia da noite para o dia seguinte sem colocar na geladeira, sem guardar direito”, explica a nutricionista, adicionando que “esta época do ano é muito quente, isso colabora para a proliferação de bactérias. Então tudo que for proteico (como carnes) e que tiver ovos, deve ir para a geladeira. O principal erro das pessoas é achar que depois que cozinhou o alimento não tem mais perigo, mas tem sim”.

Outra dica valiosa é ao menos tentar não preparar uma grande quantidade de comida. Quanto mais sobras, menos espaço na geladeira. E menos espaço significa menos ar frio circulando entre os recipientes com as sobras da ceia. E nunca se basear no odor para saber se um alimento já passou do ponto ou não. “A medida não é esta”, avisa Etelma.

Para o secretário Arnaldo Jardim, dicas como as da nutricionista do Cesans auxiliam a população paulista a consumir alimentos com mais qualidade. “Garantir a segurança alimentar para as famílias do Estado de São Paulo é uma das principais recomendações do governador Geraldo Alckmin para nós da Secretaria de Agricultura”, destaca.

Saiba quais são os principais erros:

- Manter alimentos expostos fora de refrigeração por períodos longos, às vezes, até o dia seguinte. Isso implica na proliferação de bactérias, principais causadoras de intoxicações alimentares.

- A escolha dos ingredientes para o preparo da ceia é muito importante, pois alimentos muito gordurosos não combinam com o período de Verão. Assim, deve-se dar preferência a receitas com vegetais, frutas da estação e evitar aquelas com carnes muito gordas, toucinho, cremes gordurosos, temperos prontos com muito teor de sódio e gordura.

- Evitar manter preparações à base de ovos fora da refrigeração por período prolongado, como maioneses, rabanadas, doces de ovos, cremes, farofas.

- Manter os alimentos sempre cobertos e, se possível, aquecidos até o momento em que serão servidos.

- Não utilizar o mesmo talher para servir diferentes preparações.

- Não preparar um volume muito grande de comida, de forma que o seu acondicionamento em refrigeração não seja possível e adequado, pois as sobras devem ser devidamente acondicionadas em recipientes apropriados e colocados de forma espaçada para facilitar a passagem do ar frio.

Dica: Em substituição às bebidas alcoólicas, no caso de restrições, pode-se sugerir o preparo de chás gelados com frutas picadinhas, águas aromatizadas naturalmente (com frutas cítricas ou carambola e/ou gengibre e/ou hortelã ou canela em pau).

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Estudos mostram que consumir alimentos antes de dormir pode levar a diversos transtornos, de impacto na pressão arterial a problemas digestivos.

Ler na fonte: G1

 Especialistas recomedam jantar ao menos duas horas antes de dormir (Foto: Zester Daily/Reuters )

 

 

 

 

 

 

 

Para muita gente, especialmente quem passa o dia fora de casa, no trabalho ou estudando, o jantar se transformou na principal refeição do dia.

Especialistas dizem, no entanto, que comer à noite – especialmente quando a refeição é farta e realizada perto da hora de dormir – pode alterar o organismo e os processos digestivos.

Um estudo realizado com 700 adultos e apresentado em congresso recente da Sociedade Europeia de Cardiologia analisou a relação entre as horas nas quais se consome alimentos e os efeitos no organismo.

A pesquisa constatou que ingerir alimentos tarde da noite gera um impacto significativo na pressão arterial.

Durante a noite, o processo fisiológico normal é a queda da pressão arterial.

Porém, o estudo descobriu que 24,2% dos participantes que comeram até duas horas antes de dormir não registraram uma queda adequada da pressão sanguínea.

Entre os que haviam jantado mais cedo, a porcentagem foi de 14,2%.

Resultado de imagem para Comer antes de dormir faz mal à saúde?

 

 

 

 
 
 
 
 

“Estado de alerta”

Segundo especialistas, consumir alimentos antes de dormir faz com que o organismo permaneça em “estado de alerta”, no qual estimula a produção de hormônios do estresse, como a adrenalina, e pode alterar o ritmo circardiano, o ritmo diário do organismo.

Ebru Ozpelit, professora de Cardiologia da Universidade de Dokuz (Turquia), que apresentou o estudo, disse que os resultados sugerem que o que se come é tão importante quanto o tipo de alimentos que se ingere.

Ozpelit disse que a vida moderna está criando “hábitos de alimentação erráticos”, como o de pular o café da manhã e comer cada vez mais tarde. Tais práticas, afirma, estão se tornando cada vez mais frequentes e podem causar danos ao longo do tempo.

“Devemos definir a frequência ideal e a hora dos alimentos”, afirma Ozpelit.

“O café da manhã é importante, devemos tomar um café da manhã forte e não pular o almoço. Devemos fazer um jantar mais leve e ele não deve ser depois das sete da noite”, afirmou.

 

Obesidade

Os especialistas afirmam que o corpo humano não está preparado para enfrentar muitos dos aspectos da vida moderna.

Com a chegada da luz artificial e a industrialização, os humanos modernos começaram a experimentar horas prolongadas de iluminação. Isso levou a um consumo estendido de alimentos e ao consumo de alimentos cada vez mais tarde no dia.

Sandra Hirsch, especialista em nutrição humana pelo Instituto de Nutrição e Tecnologia de Alimentos da Universidade do Chile, afirma que as refeições noturnas podem ter efeitos adversos no organismo.

“Quando alguém come, uma série de processos metabólicos se desenvolve”, disse a especialista à BBC Mundo.

“São liberados hormônios no processo de absorção de alimentos. Portanto, se eu comer e ir dormir, esses mecanismos hormonais podem ter impactos negativos no organismo.”

Segundo ela, alguns desses impactos podem ser ganho de peso ou mesmo obesidade.

“Comer tarde pode inibir a degradação da gordura no organismo, que é um processo natural durante a noite”, afirma Hirsch.

“E isso pode fazer com que uma pessoa que está tentando emagrecer tenha mais trabalho.”

 

Refluxo

Outro problema de comer perto da hora de dormir é o refluxo, segundo a especialista.

Esse transtorno faz com que o conteúdo estomacal retroceda do estômago até o esôfago, o que pode irritar o esôfago e causar acidez gástrica, náusea, indigestão e, em alguns casos, provocar câncer de esôfago.

“Se uma pessoa come e vai dormir não consegue esvaziar o estômago, por isso o estômago fica cheio, e se a válvula gastroesofágica está alterada a comida vai subir.”

Segundo estudos mais antigos, pessoas que comem antes de dormir têm maior risco de desenvolver sintomas de refluxo.

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Ler na Fonte: hojeemdia

Embora possa acontecer durante todo o ano, é com a chegada do período de calor e chuvas, que aumenta a probabilidade para a ocorrência de acidentes com animais peçonhentos. Durante essa época, animais como escorpião, cobras e aranhas procuram lugares secos para se abrigarem, podendo ser encontrados nas proximidades das casas, jardins e parques, tanto em áreas urbanas, quanto rurais.

De janeiro a setembro de 2016 foram registrados em Minas Gerais cerca de 21.681 mil casos de acidentes envolvendo algum tipo de animal peçonhento, sendo 57,4% em zonas urbanas e 40,3% em zonas rurais.

Segundo a referência técnica do Programa Estadual de Vigilância e Controle dos Acidentes por Animais Peçonhentos da Secretaria de Estado de Saúde, Andréia Kelly Roberto Santos, as concentrações dos casos registrados no estado variam de acordo com a localidade e o tipo de animal.

“Geralmente em áreas urbanas, que concentra 12.445 casos, a maioria dos acidentes envolvem escorpiões (73,2%), seguido por aranhas (8,2) e abelhas (7,4%). Nas áreas rurais amaior incidência de casos também envolvem escorpiões (51,6), seguido por serpentes (17,6%) e aranhas (16,4%)”.

Em caso de ocorrência de acidentes, a referência orienta manter a vítima calma, evitando movimentos desnecessários, manter o membro acometido mais elevado em relação ao restante do corpo e levar a pessoa o mais rápido possível ao serviço de saúde mais próximo. “Se possível, e caso não apresente risco de um novo acidente, o animal envolvido deve ser levado juntamente com a vítima ao local de atendimento, para facilitar o diagnóstico”.

Alguns cuidados são fundamentais para evitar acidentes com animais peçonhentos

 

 

 

 

Tratamento

O tratamento com soro é indicado para a picada de grande parte dos animais peçonhentos. O método consiste na aplicação de um soro formado por concentrado de anticorpos (células que cumprem o papel de defesa do organismo) no paciente, com o objetivo de combater um agente tóxico específico como venenos e toxinas.

Segundo Andréia Santos, “a identificação do animal responsável pelo acidente facilita o diagnóstico e tratamento. Pois para cada tipo de veneno existe um soro específico, preparado com a mesma toxina do animal peçonhento que causou o acidente”.

O Ministério da Saúde distribui soros antipeçonhentos para todo o País, e está disponível na rede do Sistema Único de Saúde (SUS). Os soros são produzidos pela Fundação Ezequiel Dias, em Minas Gerais; Instituto Butantan, em São Paulo e Instituto Vital Brazil, no Rio de Janeiro.

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Cuidados

Alguns cuidados são fundamentais para evitar acidentes com animais peçonhentos, são eles:

Em casa

-Entre com cuidado em locais que ficaram fechados por muito tempo;

-Bata os colchões antes de usá-los;

-Balance cuidadosamente roupas, sapatos, toalhas e lençóis que ficaram do imóvel no período em que ele permaneceu fechado;

-Afaste as camas das paredes e evite pendurar roupas fora dos armários;

-Vede frestas e buracos em paredes e assoalhos;

-Limpe o interior e os arredores da casa usando luvas, botas e calças compridas;

-Evite o acúmulo de lixo, entulhos e materiais de construção próximo à casa;

-Nunca colocar as mãos em buracos ou frestas;

-Sempre use luvas ao fazer a limpeza de uma casa fechada por muito tempo;

-Caso encontre algum animal peçonhento dentro de casa, afaste-se dele sem assustá-lo e entre em contato com os bombeiros ou com o centro de controle de zoonoses da sua cidade.

Fora de casa

-Se estiver fazendo um piquenique, verifique cuidadosamente a área em volta do local onde pretende estender a toalha;

-Em regiões de mato alto usar sempre calça comprida e botas;

-Próximo a matas e na beira de estradas, evite deixar as portas do carro abertas, principalmente ao anoitecer;

-Jamais pegue animais peçonhentos com as mãos, mesmo que eles pareçam mortos;

- Manter limpos os locais próximos a residências, calçadas, jardins, quintais, paióis e celeiros.

- Fazer o controle do número de roedores, pode evitar a aproximação de serpentes peçonhentas que deles se alimentam.

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