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NOTÍCIAS

A Carteira Nacional da FEBRAPE é um documento do Esteticista filiado a uma entidade vinculada a FEBRAPE e ou a filiação direta na FEBRAPE. Com essa carteira o Esteticista terá um número nacional de referência para apresentar em órgãos que exijam a documentação da categoria com registro.

Não é obrigatório, mas serve de referência nacional para a categoria. Sendo a FEBRAPE uma entidade que congrega todos os Esteticistas e entidades profissionais laborais dando ao profissional um registro e, também congregando a organização da categoria a nível nacional.

Os benefícios são:
- Orientação jurídica
- Orientação educacional
- Descontos no “Congresso dos Esteticistas Brasileiros”
- Descontos em cursos
- Descontos em livrarias e Editoras
- Descontos em universidades parceiras

Valor da anuidade:
R$250,00 (2014)

Documentos exigidos:
Documentos digitalizados: CPF, RG, Cópia do diploma frente e verso, comprovante de residência, retrato 3×4 fundo branco. Obrigatório o diploma reconhecido pelos CEE Conselhos Estaduais de Educação – Secretaria Estadual de Educação e MEC (Técnico em Estética, Tecnólogo em Estética, Graduados em Estética e Sequencial em Estética).

**Observação importante! Certificado de Pós graduação em Estética e MBA não habilitam para o exercício profissional em estética. Não tem valor para a expedição da carteira da FEBRAPE.

https://sites.google.com/site/fichaassociadofebrape/fichaassociado2

Faça o download da ficha de filiação no link acima.

Enviar para: telefone e ou email: (11) 2779-8666 fixo – Email: febrapeestetica@gmail.com

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Um time de cientistas da Universidade de São Paulo testou a resposta imune de macacos a uma vacina que visa fazer com que as células de defesa do organismo identifiquem o vírus HIV e, assim, ataquem-no. E os resultados foram positivos — inclusive melhores do que quando os estudiosos aplicaram o imunizante em ratos. De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo, os pesquisadores consideraram isso uma grande (e boa) surpresa.

O experimento — realizado com quatro macacos do Instituto Butantan, em São Paulo — durou 15 dias. Agora, os especialistas esperam aplicar a injeção em um número maior de macacos, além de testar outros mecanismos de ação da vacina. Se tudo der certo, depois disso começarão os testes em seres humanos.

(Fonte: Revista Saúde é Vital)

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Chucrute, queijo azul e picles dificilmente soam como um bom caminho para o bem-estar, mas os alimentos fermentados podem ser a mais nova mania quando de trata de saúde. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail. Pesquisadores da Cambridge University afirmam que o consumo regular de alimentos fermentados de baixa caloria, como iogurte, queijo fresco e cottage, pode reduzir o risco de se desenvolver diabetes tipo 2 em até 25% ao longo de 11 anos.

Quando certos alimentos são deixados para a fermentação, eles são “pré-digeridos” pelas bactérias boas e leveduras encontradas naturalmente na superfície do alimento. Estes micróbios “comem” a comida antes de você, quebrando os açúcares e amidos e tornando a absorção dos nutrientes mais fácil. Alguns ainda lançam ácido láctico, um conservante natural, que torna ácido o ambiente intestinal, estimulando o crescimento de bactérias boas. A comida fermentada efetivamente se torna um suplemento probiótico natural.

O papel das bactérias na saúde tem atraído muita atenção nos últimos anos. Especialistas estão satisfeitos com o interesse em “comida viva”, como os alimentos fermentados também são conhecidos. “Entre 70 e 80% das nossas células imunes estão no intestino”, afirma Alison Clark, da British Dietetic Association. “Os alimentos fermentados estimulam a bactéria e auxiliam na imunidade”, completa.

Ele ressalta ainda que as pessoas que sofrem de tosse e resfriados poderiam ser beneficiadas por este tipo de alimento. “Também sabemos que alimentos ricos em probióticos podem ajudar a controlar os sintomas de problemas como a síndrome do intestino irritável, do inchaço e da flatulência”. Os especialistas recomendam uma variedade de alimentos fermentados, como azeitonas, queijos e carnes curados, como aliados na luta contra alergias e até mesmo a perda de peso, já que ajudam a digestão e fazem com que a pessoa se sinta mais saciada.

Aqueles que parecem fazer uma diferença real são os itens ricos em lactobacilos, que liberam ácido láctico durante a fermentação. Vegetais são fontes ricas desta bactéria – daí o interesse repentino em chucrutes e picles. E as pesquisas sobre os benefícios de uma dieta fermentada não param por aí. Um estudo realizado por imunologistas da Universidade espanhola de Granada – publicado em 2006 no Journal of Dairy Research – observou pessoas que comiam pelo menos cinco porções de iogurte e queijo e três outros alimentos fermentados, tais como carnes e azeitonas curadas, a cada semana.

Quando eles foram privados destes itens durante duas semanas, os níveis de bactérias boas no intestino caiu, assim como os indicadores de um sistema imunológico saudável. Depois de duas semanas, eles começaram a comer iogurte de novo, no entanto, a imunidade não retornou aos níveis originais até que eles voltassem a ingerir uma grande variedade de alimentos fermentados.

Mas nem todo mundo está convencido com este tipo de alimento. Peter Whorwell, gastroenterologista no Wythenshawe Hospital, em Machefster, disse que não existem provas suficientes. “Como sabemos que estes alimentos nos dão bactéria suficiente? Como sabemos quais tipos de bactérias eles carregam?”, questiona. Além disso, um trecho preocupante da pesquisa sugere que alimentos fermentados – especificamente os picles – poderiam ser prejudiciais. Em 2011 a Organização Mundial de Saúde classificou os legumes em conserva como “possivelmente cancerígenos”.

Vale ressaltar que esta ligação só foi encontrada com picles feitos da maneira tradicional – fermentado em sua própria salmoura. Pepinos de supermercados ou servidos no hambúrguer provavelmente são feitos com vinagre, que mata todas as bactérias.

(Via Terra)

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Desenvolvedor de software, analista de sistemas, dentista, enfermeira e farmacêutico estão entre as melhores profissões para 2014, segundo uma nova pesquisa realizada pela U.S. News & World Report.

profissõesPara compilar os melhores empregos para este ano, foram considerados indicadores como salário atrativo, equilíbrio entre vida pessoal e trabalho, oportunidades de crescimento na área e segurança no trabalho.

A maioria das melhores profissões está relacionada à área de Tecnologia da Informação e Saúde. Confira abaixo as 30 melhores profissões para este ano:

1. Desenvolvedor de software
2. Analista de Sistemas
3. Dentista
4. Enfermeira
5. Farmacêutico
6. Enfermeira (de registros)
7. Fisioterapeuta
8. Médico
9. Desenvolvedor de Web
10. Higienista Dental
11. Analista de Segurança da Informação
12. Administrador de Banco de Dados
13. Médico Assistente
14. Terapeuta Ocupacional
15. Analista de Pesquisa de Mercado
16. Flebotomista
17. Fisioterapeuta Assistente
18. Engenheiro Civil
19. Engenheiro Mecânico
20. Veterinário
21. Terapeuta Ocupacional Assistente
22. Técnico de laboratório
23. Analista de Pesquisa de Operações
24. Gerente de TI
25. Nutricionista
26. Ultra-sonografista
27. Terapeuta Massagista
28. Técnico em Veterinária
29. Esteticista
30. Programador

(Fonte: InfoMoney)

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A cafeína, assim como o hormônio cortisol, deixa o organismo ligadão. Por esse motivo, tomar a bebida quando os níveis de cortisol no sangue estão elevados — o que acontece, por exemplo, logo pela manhã — não surte o mesmo efeito. Mais que isso: o café consumido em um momento de pico de cortisol pode gerar certa resistência à cafeína. Eis as descobertas do neurocientista Steven Miller, da Universidade de Ciências de Saúde Uniformed Services, nos Estados Unidos. Miller observou ainda que, em jejum, a ingestão seria até pior, porque estimularia a elevação do corstisol, o que desequilibra o corpo. Sua sugestão é tomar a bebida no intervalo entre 9h30 e 11h30. “Ao acordar, o melhor é apostar no café com leite, para também balancear a quantidade de glicose no sangue”, orienta a nutricionista Mônica Pinto, da Associação Brasileira da Indústria do Café.

(Via Revista Saúde é Vital)

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