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NOTÍCIAS

O Dia Nacional de Combate ao Fumo, comemorado em 29 de agosto, tem como objetivo reforçar as ações nacionais de sensibilização e mobilização da população para os danos sociais, políticos, econômicos e ambientais causados pelo tabaco.

Criado em 1986, pela Lei Federal 7.488, o Dia Nacional de Combate ao Fumo inaugura a normatização voltada para o controle do tabagismo como problema de saúde coletiva.

Para aproveitar o momento de valorização do esporte no Brasil devido aos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, o tema das ações este ano é relacionado ao esporte e possui como slogan #MostreAtitude: sem o cigarro sua vida ganha mais saúde. A prática de atividade física é importante fator de proteção para diversas doenças, em especial as crônicas não transmissíveis, como o câncer.

A associação desse tema com o controle do tabaco pode potencializar o alcance dos seguintes objetivos:

  • Prevenção da iniciação - o esporte pode manter os jovens longe do tabaco pela preocupação em manter a boa saúde e por favorecer a socialização.
  • Apoio à cessação - a prática de atividade física é um aliado importante no processo da cessação do tabagismo.
  • Promoção de ambientes livres de fumaça do tabaco - disseminar a ideia de incoerência do uso de tabaco em locais utilizados para prática de esportes, assim como reforçar a implementação da legislação Nacional sobre ambientes livres de fumo (Lei12.547/11).

A campanha tem como foco o público jovem e adulto (aproximadamente de 13 a 35 anos), de ambos os sexos, fumantes ou não. A opção por focar no público jovem é parte da estratégia para prevenir a experimentação e a iniciação (que ocorrem principalmente entre adolescentes e jovens, aproximadamente dos 13 aos 25 anos).

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A profissão de cuidador de idosos sempre existiu, mas só foi regulamentada há alguns anos.

Com a qualidade de vida melhorando e a longevidade de população brasileira aumentando, existe um grande número de pessoas que estão na terceira idade e que precisam de algum cuidado especial.

Assim, foram surgindo cada vez mais cursos de especialização na área de cuidados com idosos e muitas pessoas escolhem seguir essa profissão.

Para exercê-la, entretanto, é necessário ter alguns conhecimentos básicos e um determinado perfil para conseguir se sair bem.

Venha saber mais sobre a profissão de cuidador de idosos e se você se encaixa nessa área!

O que faz um cuidador de idosos?

De forma geral, a principal função do cuidador de idosos é auxiliar a vida de uma pessoa da terceira idade.

Existem diversos motivos que levam uma família ou alguém contratar esse profissional.

Muitas vezes a família não tem como ficar o dia todo com o idoso ou é necessário que haja uma companhia constante pela segurança e auxílio nas tarefas domésticas e, por isso, contratar uma pessoa para ajudar e acompanhar o idoso se torna a melhor opção.

Atribuições:

As atribuições variam dependendo do local de trabalho ou do contrato, mas, geralmente, é necessário que o cuidador de idosos:

– Faça companhia

– Seja responsável por dar os remédios de acordo com a prescrição médica

– Auxilie o idoso em tarefas domésticas

– Auxilie o idoso durante a higiene pessoal

– Prepare e sirva as refeições

– Mantenha contato com a família e avise se algo acontecer

– Busque distrair o idoso e melhorar sua qualidade de vida

– Auxilie no trabalho de cuidado de diversos idosos quanto atuar em clínicas e locais especializados

Qual conhecimento é necessário?

Para ser registrado como cuidador de idosos é necessário ter algum curso da área que tenha sido feito em uma instituição reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC).

Hoje em dia já existem um grande número de cursos que dão noções gerais sobre como um cuidador de idosos deve se portar e sobre como exercer suas principais funções.

Além disso, cursos que possam agregar e melhorar o trabalho também são muitos importantes.

Cursos de enfermagem, nutrição e primeiros-socorros podem ajudar muito o profissional na hora do trabalho.

Outro ponto que torna o estudo importante é o fato de muitas famílias buscarem profissionais que tenham algum conhecimento nessas áreas antes de contratar, já que isso traz mais segurança ao idoso e à família.

Para trabalhar em casas de repouso, clínicas, hospitais e asilos é necessário ter algum curso da área da saúde, já que nesses locais as funções podem exigir pelo menos um conhecimento básico para o melhor atendimento e a segurança dos idosos.

Além disso, as instituições especializadas apresentam um grande número de funções e tarefas que podem exigir conhecimentos de enfermagem e primeiros-socorros, por exemplo.

É importante lembrar também que fazer cursos e se profissionalizar ajuda a aumentar o salário, já que o cuidador pode ser contratado para um trabalho específico, como na área de enfermagem, por exemplo.

Para trabalhar como cuidador de idosos outro ponto importante são as recomendações.

Por isso, sempre que sair de um trabalho, peça uma recomendação do chefe para que suas chances de conseguir um novo emprego aumentem.

Atualização: se atualizar nas técnicas e cuidados é sempre muito importante, já que muita coisa muda de um período para outro.

Por isso, busque sempre fazer cursos de tempos em tempos para garantir que saiba as novas técnicas e ter sempre oportunidades de emprego.

Quais qualidades são necessárias?

Além do conhecimento na área de saúde, que é um ponto muito importante, o cuidador de idosos também deve ter algumas características específicas.

A mais importante, sem dúvidas, é ter paciência.

Não adianta nada ter conhecimento, mas não saber lidar com os idosos e ter paciência para acompanhar o ritmo necessário.

Além disso, é preciso ter muita responsabilidade, já que suas ações refletem diretamente na vida da pessoa que está sendo cuidada.

Organização, simpatia, empatia, sensibilidade e delicadeza também são qualidades que todo cuidador de idosos deve ter.

Trabalhar e lidar com pessoas tem suas dificuldades e isso não é diferente no trabalho com idosos.

Então, pense se você se encaixa no perfil da profissão antes de optar pela área.

Onde trabalhar?

O cuidador de idosos tem, normalmente, duas opções.

Ele pode ser contratado por uma família para cuidar especificamente de alguém ou de poucas pessoas ou pode ser contratado por uma clínica, casa de repouso ou asilo, por exemplo.

No primeiro caso, o cuidado é direcionado e o atendimento acaba sendo melhor e, por conta disso, o salário também é um pouco mais alto.

Quando contratado por uma família, o cuidador normalmente passa o dia todo com o idoso e, em alguns casos, também pode dormir na residência para maior segurança da pessoa cuidada.

Nas casas de repousos e clínicas, o profissional é contratado para auxiliar no cuidado de todos os idosos do local e não de alguém em específico.

Assim, para esse trabalho, ter conhecimento teórico e prático é muito importante e um dos itens principais para conseguir o emprego.

Nesses locais, os cuidadores auxiliam nas alimentações, na higiene e nas atividades feitas pelo idosos durante o dia.

Faixa salarial dos Cuidadores de Idosos

Os valores variam dependendo do contrato e das funções que o cuidador irá exercer.

Se o cuidador de idosos passa a noite na casa da família, por exemplo, o pagamento é maior, já que realiza trabalho noturno.

Além disso, o salário pode aumentar também dependendo do número de horas de trabalho, se irá acompanhar o idoso no médico ou em outros locais, etc.

A faixa salarial varia entre 1 mil e 3 mil reais. 

Regulamentação e contrato

A profissão de cuidador de idosos foi regulamentada no ano de 2012.

Para ser reconhecido e registrado, a pessoa deve ter algum curso da área feito em instituição reconhecida pelo MEC, ter mais de 18 anos e ensino fundamental completo.

Os contratos de trabalho devem ser feitos seguindo as mesmas regras do trabalho para domésticas, ou seja, com direito à carteira de trabalho assinada, salário fixo, férias remuneradas, repouso semanal remunerado, décimo terceiro salário, entre outros.

Nem todos os profissionais fazem o contrato, mas essa é uma forma de garantir o direito do trabalhador, principalmente quando atua em instituições especializadas.

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Tratamento

Serviços são oferecidos por iniciativa local e recebem financiamento do Ministério da Saúde por meio do Piso de Atenção Básica (PAB) de cada município

O Sistema Único de Saúde (SUS) agora oferece terapias alternativas, como meditação, arteterapia, reiki, musicoterapia, tratamento naturopático, tratamento osteopático e tratamento quiroprático. A medida foi publicada no Diário Oficial da União em 16 de Janeiro de 2017.

Por meio da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) , o Ministério da Saúde reconhece oficialmente a importância das manifestações populares em saúde e a chamada medicina não convencional, considerada como prática voltada à saúde e ao equilíbrio vital do homem.

Os serviços são oferecidos por iniciativa local, mas recebem financiamento do Ministério da Saúde por meio do Piso de Atenção Básica (PAB) de cada município.

“O campo das práticas integrativas e complementares contempla sistemas médicos complexos e recursos terapêuticos, os quais são também denominados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) de medicina tradicional e complementar”, diz nota do ministério.

Para o diretor do Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde, Allan Nuno, a medida será útil para o desenvolvimento de programas para formação de trabalhadores e investimentos na área.

“O que a gente está colocando é a possibilidade de realização e registro no sistema de informação do ministério para reconhecer formalmente esse tipo de procedimento no SUS e monitorar as ações, a partir disso, vamos conseguir inclusive desenvolver ações de formação dos trabalhadores”, disse Nuno.

De acordo com o diretor, não é necessariamente o médico que prescreve esses procedimentos. “Por exemplo, a homeopatia, para você ser habilitado a fazer você pode ser médico, enfermeiro, fisioterapeuta, professor de educação física.”

Algumas terapias já eram oferecidas na categoria “práticas integrativas”, como práticas corporais em medicina tradicional chinesa, terapia comunitária, dança circular, ioga, oficina de massagem, auriculoterapia, massoterapia e tratamento termal.

De acordo com a OMS, terapia alternativa significa que ela é utilizada em substituição às práticas da medicina convencional, já a terapia complementar é utilizada em associação com a medicina convencional, e não para substituí-la. O termo integrativa é usado quando há associação da terapia médica convencional aos métodos complementares ou alternativos a partir de evidências científicas.

“Historicamente, a gente focou muito no médico e na alopatia. A gente tem essa cultura, sentiu qualquer coisa, procura o médico, e ele passa um remédio. Mas existem outras terapias reconhecidas pela ciência que diminuem sofrimento e melhoram as condições de saúde. A gente não privilegiava tanto essas alternativas, e passamos agora a privilegiar mais”, afirmou Nuno.

PostImageConceptual_9_c_2014-06-13-19-55-27por Portal BrasilPublicado: 16/01/2017

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Produtos pouco calóricos, mas com quantidade de adoçante elevada, podem confundir o cérebro – aumentando o ganho de peso e o risco de diabetes

Ao contrário do que se acredita, bebidas e alimentos diet podem promover o ganho de peso e servir de gatilho para o diabetes. De acordo com um estudo publicado recentemente no periódico científico Current Biology, quando os produtos são doces demais para as calorias que contêm, eles podem confundir o cérebro e desacelerar o metabolismo.

Pesquisadores da da Escola de Medicina da Universidade Yale, nos Estados Unidos, descobriram que, ao ingerir um alimento adoçado artificialmente no qual a doçura continua igual a da versão original, mas com uma quantidade de calorias bem menor, o metabolismo desacelera e não registra a dose ingerida.

Cérebro confuso

Ao longo da nossa evolução, o cérebro aprendeu que doçura sinaliza energia. Portanto, quanto mais doce, maior energia ou calorias um alimento fornece. Quando esses dois fatores não estão juntos, o cérebro fica confuso, achando que tem menos calorias para queimar do que o que foi ingerido de fato.

“Uma caloria não é uma caloria. Ela é apenas metade da equação. Nossos corpos evoluíram para usar eficientemente as fontes de energia disponíveis na natureza. A dieta moderna, entretanto, é caracterizada por fontes de energia que nossos corpos nunca viram antes.”, disse Dana Small, professora de psiquiatria da instituição e principal autora do estudo.

Cérebro e metabolismo

No estudo, os pesquisadores analisaram, por meio de imagens de ressonância magnética, o cérebro de 15 participantes enquanto tomavam bebidas diet e a versão normal. Também foi monitorada a quantidade de energia gasta pelo corpo após esses eventos.

Os resultados mostraram que há um ‘desencontro’ entre doçura e quantidade de calorias, o que geralmente acontece em bebidas e alimentos diet, as calorias falham ao desencadear o metabolismo do corpo. Observou-se também que os circuitos de recompensa do cérebro não registraram o consumo de calorias, o que poderia levar a pessoa a comer mais do que o necessário.

Para os autores, o novo achado ajuda a explicar estudos anteriores, nos quais os níveis de glicose no sangue dos pacientes se mostraram maiores, mesmo em dietas restritas a adoçantes artificias, elevando o risco de diabetes.

Segundo Tam Fry, do Fórum Nacional de Obesidade, do Reino Unido, os ingredientes artificiais, sejam eles em alimentos ou bebidas, podem prejudicar a saúde, mesmo parecendo saudáveis. “Eles podem estar livres de calorias, mas não de consequências. O diabetes é apenas um deles”, disse o porta-voz ao Daily Mail. “Muitos alimentos processados contêm incompatibilidades semelhantes, inclusive iogurtes pouco calóricos.”

FONTE: VEJA

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Celebrada entre 1º e 7 de agosto, a Semana Internacional do Aleitamento Materno reforça a importância da amamentação. Além de nutrir, o leite materno ajuda no desenvolvimento do sistema imunológico e na digestão.

 

1. Como o leite materno se forma?

 

O leite materno começa a se formar durante a gravidez. Cerca de 24 horas depois do parto, os hormônios progesterona e prolactina colocam as glândulas mamárias em funcionamento. Com a primeira amamentação, a criança dá o sinal de partida definitivo para a produção de leite. Além disso, o hormônio prolactina regula o sistema nervoso da mãe e a quantidade que deve ser produzida.

 

2. Por que o leite materno faz tão bem para o bebê?

 

Dizem que o leite materno tem poderes quase mágicos. Nas primeiras semanas de vida, ele protege a criança de infecções intestinais, gases e prisão de ventre, além de auxiliar na digestão. O leite materno também ajuda o bebê a desenvolver seu sistema imunológico e se armar contra alergias. Além disso, o movimento feito pela boca do bebê auxilia no desenvolvimento do palato e da mandíbula.

 

3. Qual é a composição do leite materno?

 

A lista de ingredientes é muito grande. Os mais importantes são minerais, vitaminas, gordura e aminoácidos. Além disso, o leite contém nucleotídeos, que fornecem as bases para o DNA; carboidratos, que dão energia; fatores de crescimento, substâncias que auxiliam na maturação da mucosa intestinal; e fatores antimicrobianos, utilizados pelo sistema imunológico para identificar partículas estranhas e neutralizá-las.

 

4. Fases do leite materno

 

A composição do leite materno está em constante modificação. Nos primeiros dias do aleitamento, as glândulas mamárias produzem o colostro, um primeiro leite muito rico em nutrientes. A partir do quarto dia, ele se transforma num leite de transição, e, somente no décimo dia, as glândulas mamárias produzem o leite maduro. Mas, esse também se modifica permanentemente ao longo do crescimento da criança.

 

5. Qual é a quantidade de leite produzida?

 

Uma mulher produz até um litro de leite por dia. Uma criança bebe por amamentação entre 200 e 250 mililitros. Mas as glândulas mamárias podem se orientar rapidamente pelas necessidades do bebê e oferecer mais ou menos leite.

 

6. Por quanto tempo uma criança deve ser amamentada?

 

Esse é um tema controverso. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda o aleitamento materno pelo menos até o sexto mês de vida da criança, e como fonte de alimentação exclusiva até o quarto mês.

 

7. Diferenças culturais

 

O tempo do aleitamento materno difere entre as culturas. Assim, na República Centro-Africana, as mulheres amamentam seus filhos até o 53º mês de vida, ou seja, quase quatro anos e meio. Para isso, uma mãe produz até 16 mil litros de leite. A média mundial é de 30 meses.

 

8. Leite materno

 

Antigamente, as crianças eram amamentadas com “leite feminino”. O termo leite materno passou a ser usado após uma campanha promovida no século 18, que estimulava o aleitamento materno, em vez de essa função ser repassada a amas de leite. As crianças deveriam ser amamentadas por suas mães, e não por “qualquer” mulher.

 

9. Controvérsia em lugares públicos

 

Uma mãe que amamenta em locais públicos não costuma ser bem vista, principalmente em países anglo-saxões. Nessas regiões, fotos de mulheres amamentando postadas no Facebook são excluídas imediatamente.

 

10. Aleitamento materno no mundo animal

 

Quando se trata da alimentação de filhotes, seres humanos e animais não são tão parecidos. Enquanto o ser humano pode desamamentar seu filho a qualquer momento ou até mesmo não amamentá-lo, os filhotes de mamíferos dependem do leite de suas mães por um longo período. Eles só podem ficar sem o líquido materno quando estão hábeis a conseguir alimento por conta própria. Um macaco da família dos hominídeos, por exemplo, é amamentado durante cinco a sete anos.

 

 

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