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Consumir vitaminas no café da manhã pode não só dar aquele reforço e energia extra para começar o dia, como também pode ajudar a emagrecer. A vitamina é uma bebida feita à base de frutas com leite ou iogurte e que pode repor vários nutrientes ao organismo.

A vitamina de banana e maçã é uma das mais conhecidas e saborosas preparadas por atletas e outras pessoas que seguem uma alimentação saudável e equilibrada.

A banana é uma fruta rica em fibras, potássio, vitaminas A e C, que gera muita energia ao nosso organismo. Bananas ajudam a reduzir o inchaço e a proteger o corpo contra diabetes tipo 2, ajudam na perda de peso, fortalecem o sistema nervoso e contribuem com a produção de glóbulos brancos, tudo devido a altos níveis de vitamina B6.

As bananas são um antiácido natural, proporcionando alívio de refluxo ácido e azia. Por serem antioxidantes, também ajudam a espantar doenças crônicas e prevenir envelhecimento precoce. A banana também é conhecida por prevenir cãibras. Já a maçã possui alta concentração de fibras, vitaminas do complexo B, C e E e ajuda na prevenção de doenças como diabetes, colesterol, AVC, problemas respiratórios, problemas do estômago como azia, gastrite e úlceras.

Além disso, também ajuda a prevenir a cárie dentária, manter o sistema nervoso em pleno funcionamento, combater o câncer e fornecer mais saciedade ao corpo. As vitaminas B1, B2 e B3 presentes na fruta auxiliam no controle do crescimento, ajudam a evitar problemas de pele, evitar a queda de cabelo e ainda regular o organismo.

Que tal incorporar essas duas frutas em uma vitamina nutritiva para o seu dia? Confira abaixo algumas receitas e aproveite!

1. Receita de vitamina de banana e maçã com aveia

Ingredientes:

  • 1 copo de leite desnatado;
  • 1 colher de sopa de aveia em flocos;
  • 1 banana prata picada;
  • 1 maçã fuji picada com casca.

Modo de preparo:

Leve todos esses ingredientes para bater no liquidificador até ficar uniforme. Sirva com cubos de gelo. Não precisa adoçar.

2. Receita de vitamina de banana e maçã com mamão

Ingredientes:

  • 1 fatia de mamão;
  • 1 banana;
  • 1 colher de aveia;
  • 1/2 maçã picada;
  • 2 castanhas de caju;
  • adoçante ou mel;
  • 1 xícara de leite de soja.

Modo de preparo:

Separe a fatia de mamão sem casca e sementes. Corte a banana sem casca em pedaços menores. Pique a maçã com casca e sem sementes. Leve as frutas para bater no liquidificador com a aveia, castanhas, leite de soja e adoçante ou mel. Quando estiver bem batido, homogêneo. Sirva com gelo.

3. Receita de vitamina de banana e maçã com ameixa

Ingredientes:

  • 1 maçã picada;
  • 1 banana picada;
  • 2 colheres de aveia;
  • adoçante ou mel a gosto;
  • 2 ameixas secas;
  • 1 copo de iogurte natural desnatado.

Modo de preparo:

Pique a maçã vermelha sem casca e sem sementes e leve para bater no liquidificador com a banana, aveia, ameixas, adoçante e iogurte. Sirva essa vitamina homogênea com cubos de gelo.

4. Receita de vitamina de banana e maçã com sementes 

Ingredientes:

  • 1 banana madura;
  • 1 maçã picada;
  • 250 ml de água de coco;
  • 1 colher de gengibre aos pedaços;
  • 1 colher de chá de farinha de linhaça;
  • 1 colher de café de canela.

Modo de preparo:

Pique a banana sem casca em pedaços e leve para bater com a maçã e água de coco. Em Seguida adicione o gengibre em lascas, canela e farinha de linhaça e bata novamente. Sirva logo em seguida com cubos de gelo. A banana e canela já trazem a doçura à vitamina, portanto, não precisa adoçar.

5. Receita de vitamina de banana e maçã para emagrecer com laranja

Ingredientes:

  • 1 maçã sem casca picada;
  • 1 banana-nanica média sem casca e picada;
  • 600 ml de suco de laranja gelado;
  • 200 ml de leite desnatado gelado.

Modo de preparo:

Leve tudo para bater no liquidificador por um minuto ou até ficar homogêneo. Sirva em seguida.

Fonte: Mundo Boa Forma

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O enfraquecimento dos ossos é causado pela deficiência de cálcio na alimentação. O problema pode acarretar no desenvolvimento da osteoporose.

 

Para combater ou prevenir qualquer doença, a natureza está aí para auxiliar qualquer pessoa que tenha conhecimento suficiente para tal. Nesse sentido, a fortificação dos ossos, que é tão importante para evitar problemas como a osteoporose, também é uma das vantagens que se pode extrair da natureza. Você já pensou em fazer uso dos sucos para fortificar os ossos? Pois saiba que isso é possível.

A osteoporose é um problema causado pela deficiência de cálcio no organismo, que pode ser reflexo da falta de cuidado com a alimentação. Pode não parecer, mas a grande parte dos problemas de saúde que atingem as pessoas vem como consequência desse descuido e da falta de práticas saudáveis em geral. É bom prestar bem atenção a esse ponto e buscar saídas caseiras para fortificar os ossos. Veja a seguir como.

A osteoporose

Ossos enfraquecidos geram a osteoporose. Trata-se de uma doença silenciosa que, dificilmente, vai desencadear algum sintoma. Ela é conhecida por fragilizar os ossos, fraturando-os sem qualquer tipo de trauma ou pelo menor impacto. Uma das principais causas da doença é a deficiência de cálcio.

Apesar de não poder ser tomado como regra, dependendo da pessoa, alguns pequenos sintomas podem ser identificados, entre os mais comuns estão: dor ou sensibilidade óssea, diminuição da estatura, dor na região lombar, dor no pescoço e postura encurvada. No que diz respeito às fraturas, elas podem aparecer com mais frequência no punho, fêmur, colo de fêmur e coluna.

A importância do cálcio

O cálcio é um mineral essencial na formação dos ossos. Durante a juventude, o corpo usa o mineral para produzir o esqueleto. Além disso, o osso é o nosso principal reservatório de cálcio, e é ele quem fornece esse nutriente para outras funções do corpo, como o funcionamento cardíaco. Quando o metabolismo do osso está em equilíbrio, ele retira e repõe o cálcio sem comprometer a estrutura.

É importante deixar claro que os nutrientes são obtidos através da alimentação, por isso, se a ingestão de cálcio não é suficiente, ou então o organismo não esteja conseguindo absorvê-lo, a produção de ossos e tecidos ósseos pode ser afetada, o que pode deixar os ossos enfraquecidos, causando doenças como a osteoporose.

Sucos para fortificar os ossos

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Suco de cenoura com couve

A partir da combinação da cenoura e do couve obtém-se um suco rico em cálcio, ferro, enxofre e vitaminas dos complexos A e C. Diga-se de passagem, todas essas substâncias são essenciais para o fortalecimento dos ossos. Veja como é fácil preparar:

Ingredientes

– 2 cenouras;
– 3 folhas de couve;
– 1 haste de aipo;
– 1 punhado de coentro.

Modo de preparo

Com todos os ingredientes devidamente lavados, pegue o copo do liquidificador e adicione todos eles de uma só vez. Para facilitar o processamento, corte em pequenos pedaços. Depois disso, basta bater no liquidificador ou usar uma centrífuga. Caso você sinta dificuldade em bater os ingredientes no liquidificador, adicione um pouco de água. O suco deve ser ingerido por até duas vezes ao dia.

Suco de cenoura com água de coco

Ingredientes

– 2 cenouras;
– 200 ml de água de coco;
– 1 colher (de sopa) de leite de soja em pó;
– 3 ramos de caruru.

Modo de preparo

Com ajuda do liquidificador, adicione todos os ingredientes, começando pela água de coco. Quanto a cenoura, lembre-se de cortá-la em pedaços menores para facilitar o processamento. Bata tudo no liquidificador. A indicação é que o suco seja ingerido todos os dias pela manhã.

Suco de cenoura, couve e brócolis

Ingredientes

– 3 cenouras;
– Meia maçã;
– 1 xícara de ramos de brócolis;
– 3 folhas de couve.

Modo de Preparo

Junte todos os ingredientes bem cortados e bata no liquidificador. Se sentir dificuldade no processamento, pode adicionar um pouco de água ou água de coco. Depois de batido, basta colocar no copo e tomar. A dica é ingerir o suco todos os dias.

FONTE: R7

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De acordo com o estudo, pessoas que melhoram a qualidade da dieta ao longo da vida podem aumentar a longevidade em até 17%

 

Não é preciso seguir dietas complicadas para viver mais. Segundo um novo estudo, publicado na quarta-feira no periódico científico New England Journal of Medicinepequenas mudanças nos hábitos alimentares são suficientes para aumentar significativamente a expectativa de vida. A pesquisa mostrou que melhorar a dieta aos poucos pode reduzir as taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares e outras causas em até 17%.

O estudo

Cientistas da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, analisaram as mudanças na dieta de 74.000 pessoas durante 12 anos de acompanhamento. Aquelas que passaram a comer um pouco melhor do que antes, consumindo mais grãos integrais, frutas, vegetais e peixes gordurosos – que têm maior nível de omega-3, por exemplo –, reduziram de 8% a 17% o risco de morte prematuranesse período. Em contrapartida, os participantes que foram piorando a alimentação ao longo do tempo tiveram um aumento de 6% a 12% no risco de morrer.

Como método de comparação, os pesquisadores utilizaram um sistema de pontuações de qualidade da dieta para avaliar o quanto a alimentação havia melhorado a cada quatro anos. Quando as pessoas trocaram uma porção diária de carne vermelha ou processada por uma porção de nozes ou legumes, por exemplo, elas tinham um aumento de 20% na pontuação.

Melhora na dieta

Qualquer pessoa pode se beneficiar de pequenas mudanças inteligentes. De acordo com Nancy Farrell, nutricionista e porta-voz da Academia de Nutrição e Dietética dos Estados Unidos, em entrevista ao site da CBS News, essas descobertas reforçam as recomendações que ela dá aos pacientes diariamente.

“Você pode aproveitar as segundas-feiras para fazer um jantar sem carne e incorporar mais alimentos integrais ou uma noite de pizza vegetariana“, sugeriu. Já ao fazer lanches a tarde, a nutricionista recomenda evitar alimentos ricos em calorias como batatas fritas e optar por amendoins, nozes e frutas secas. Se você procura por doces, pode trocar um sorvete por frutas geladas.

Substituir com maior frequência a carne vermelha ou processada por peixes, vegetais, legumes, frutas e alimentos integrais pode reduzir em até 17% o risco de morte por doenças cardiovasculares e outros fatores.

Longo prazo

No entanto, os especialistas dizem que o mais importante é a manutenção das mudanças ao longo do tempo. “Nossos resultados destacam os benefícios a longo prazo para a saúde de melhorar a qualidade da dieta, com ênfase nos padrões alimentares gerais, em vez de em alimentos ou nutrientes individuais”, disse Frank Hu, presidente do Departamento de Nutrição de Harvard e principal autor do estudo.

“Um padrão de alimentação saudável pode ser adotado de acordo com as preferências alimentares e culturais e condições de saúde dos indivíduos. Não há uma dieta única para todo mundo.”

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Juntos, os itens que você verá nesta matéria são responsáveis por 90% dos casos de alergia alimentar

Ainda não se sabe ao certo por que as proteínas de alguns alimentos causam respostas alérgicas. Apesar de não termos dados oficiais sobre a incidência do problema no Brasil, vale a pena ficar de olho, já que indícios apontam que ele está em ascensão. E pior: as manifestações do quadro, que aflige cerca de 5% das crianças e 2% dos adultos, andam mais variadas e graves. Veja abaixo quais são as comidas que mais causam reações adversas.

Leite e derivados

 

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São os maiores causadores de alergia no Brasil – basicamente por causa das proteínas caseína, alfa-lactoalbumina e beta-lactoglobulina. Em geral, até os 5 anos de idade a criança passa a tolerá-los. Enquanto isso, é importante contar com acompanhamento para ajustar a dieta e não sofrer com a ausência de cálcio, vital para os ossos. Segundo Renata Pinotti, nutricionista especializada em alergia alimentar, não adianta optar pelo leite de cabra – as proteínas são semelhantes e a chance de reação é de 92%. Ainda de acordo com ela, é raro ver essa alergia em adultos. “Acompanhei só dois casos em 15 anos”, relata.

Ovo

 

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As proteínas ovomucoide e ovoalbumina costumam ser a pedra no sapato dos alérgicos ao alimento. E não tem parte segura – é preciso excluir a clara e a gema. “Há quem reaja apenas ao ovo cru ou levemente cozido”, informa Renata Pinotti. Mas só o médico pode liberar os assados. “Vale lembrar que o ovo está em certas vacinas, como as da febre amarela e da gripe”, diz a expert. Mais um tema para debater no consultório.

Soja

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A alergia a essa leguminosa tende a dar as caras entre bebês e crianças. Até os 10 anos, espera–se que a reação não ocorra mais. Embora não tenhamos o hábito de consumi-la sozinha, sua proteína surge em um monte de produtos, a exemplo de temperos e congelados. Convém esclarecer que ter alergia à soja não representa maior risco de ter o mesmo tipo de resposta imunológica a feijão, amendoim…

 

Castanhas

 

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De acordo com a alergista Renata Cocco, aumentou significativamente a quantidade de gente alérgica às oleaginosas. “A reação pode surgir em qualquer fase da vida e é tipicamente persistente”, destaca. Um alento: existe a chance de uma pessoa com alergia à avelã não ter efeitos adversos ao comer amêndoas, por exemplo. “Só que isso deve ser muito bem avaliado”, diz a médica.

Frutos do mar

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O destaque é o camarão. Como ele entra em nossa vida de vez em quando, é possível que o sistema imune o encare com hostilidade, produzindo respostas alérgicas. Normalmente, indica-se evitar outros frutos do mar, como caranguejo e lagosta. Os peixes não fazem parte do grupo, mas também podem gerar alergia. Quem reage ao salmão precisa avaliar com o médico se consegue comer atum.

Amendoim

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Há estimativas de que o número de crianças com alergia a essa leguminosa triplicou nos Estados Unidos entre 1997 e 2008. Aqui, ela não chega a atormentar tanto assim – mas a incidência claramente vem subindo. “Especialmente em idades mais precoces”, nota Renata Cocco. O amendoim está no time dos alimentos capazes de provocar reações persistentes.

Trigo

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“A alergia ao trigo não é a mesma coisa que doença celíaca”, adianta a nutricionista Renata Pinotti. Porém, ela ensina que as proteínas do cereal são bem similares às proteínas formadoras do glúten – essas, sim, um perigo para os celíacos. “Então, por uma possibilidade de reatividade cruzada, recomenda-se excluir os alimentos que possuem tais substâncias.” Centeio, cevada e malte estão nessa lista.

FONTE: Saúde Abril

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Estar muito abaixo do peso pode ser tão prejudicial quanto a obesidade. Mas, até nesse caso, os excessos e o desequilíbrio no cardápio são contraindicados

 

Em meio às propagandas das dietas da moda, quase não se fala sobre quem luta contra a balança para… engordar. É o caso da mãe da leitora Luciana Gomes Vera. Ela também acompanha a SAÚDE e pediu para investigarmos o problema, que pode comprometer os ossos, os músculos, a produção de hormônios, a memória e diversos outros aspectos da saúde.

De acordo com a nutróloga Letícia Fontes, membro da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), em São Paulo, as causas mais comuns da magreza excessiva são doenças relacionadas à perda de apetite ou ao metabolismo, como a depressão e o hipertireoidismo, respectivamente. Isso, é claro, sem mencionar distúrbios alimentares e outras condições cujo tratamento abala a fome e acelera a degeneração muscular — câncer e aids, por exemplo.

“É essencial identificar e controlar a causa de base para que tentativas de ganhar peso não tragam resultados apenas temporários”, destaca Letícia. “O principal recurso para esses pacientes é uma dieta hipercalórica, elaborada de maneira individualizada por um nutricionista”, completa a médica. Suplementos podem ser utilizados, desde que com acompanhamento profissional.

Geralmente, o cardápio dessa turma é protagonizado por proteínas e gorduras boas, vindas da carne, dos peixes, do abacate… “Essa dupla de nutrientes contribui para o crescimento dos músculos e dá mais disposição no dia a dia”, explica Letícia. Agora, carboidratos, vitaminas e minerais também precisam frequentar o prato, ok?

A quantidade de calorias diárias varia. No entanto, não chega a ser tão diferente da recomendada para aqueles que só desejam manter o peso: entre 25 e 30 por quilo corporal. Segundo essa conta, um sujeito com 65 quilos deveria ingerir de 1 625 a 1 950 calorias. A título de comparação, o indicado para um indivíduo em forma fica entre 23 a 25 calorias por quilo. Mas isso varia muito dependendo inclusive do estilo de vida de cada um.

Fonte: Saúde Abril

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